Tailandia | Phang Nga & JamesBond

6 comments





















Qualquer bom adjetivo que se use para Phang Nga ainda será pouco para descrever tamanha beleza do lugar. Àgua verde-esmeralda, formações rochosas impressionantes e uma vegetação verde-musgo espetacular! Não foi à toa que ali foi gravado na década de 70 o filme "A Arma de Ouro" de James Bond. Naquela época já tinha algum cineasta esperto de olho no cenário lindíssimo que Phang Nga proporcionava. Aliás, proporciona até hoje!

Tombado como patrimônio natural da humanidade pela Unesco, Phang Nga está há aproximadamente 50 km de Phuket, na direção inversa às ilhas Phi Phi. Antes mesmo da chegada a tão esperada praia de James Bond, o caminho já revela cenas impressionantes: grutas que vão de encontro à lagos iluminados e de águas cristalinas, cavernas com estalactites e estalagmites que são verdadeiras obras de arte dependuradas sobre o mar.

No caminho, a lancha pára em determinados pontos de snorkeling e caiaque e a paisagem fica cada vez mais bonita! Derrepente, a lancha ancora em uma praia e os tripulantes descem. Depois de cruzar a ilha em 180 graus à pé em meio à densa floresta, tem-se enfim a tão esperada visão. É o pitoresco rochedo espetado no mar que parece não conseguir equilibrar-se, a cena mais famosa do filme de James Bond. Ali a água muda de cor e vai do verde folha ao verde escuro, além de ser quentinha! Nada mais gratificante que nadar até o rochedo, num mar calmo que parece uma lagoa, cercado de formações incríveis resultantes da erosão natural. Na ilha ainda tem a gruta que foi usada como cenário do filme, onde vivia o "bandido" da história.

O passeio encerra na ilha de Panyee Island, onde vive uma comunidade de pescadores muçulmanos (a Tailândia é um país de maioria budista). As casas e toda a infra-estrutura da vila (escola, mesquita, lojas, restaurantes, correio, etc) foi construída em palafitas sobre a água, onde vivem aproximadamente 1500 pessoas. O almoço é servido ali, à base de muitos frutos do mar. A comida é uma delícia, mas depois que se conhece a ilha, fica a dúvida sobre a limpeza da mesma. Por isso, é melhor comer antes de ir conhecê-la, já que não há outra alternativa fora da ilha e rezar para o santo da boa digestão!

Na volta, a maré já está baixa e manguezais despontam por todo o caminho. Foram eles que salvaram as palafitas do tsunami, reduzindo a força das ondas. Os manguezais também desempenham um papel fundamental na manutenção do meio ambiente local, seja como "limpadores", seja como "fornecedores de alimentos".

O passeio termina por volta das 18 horas, 10 horas depois de ter começado. É cansativo, mas vale muito à pena! Pergunte ao James Bond!!

6 comentários:

UmOlharViajante disse...

Que lindas imagens!!!

Orlani Júnior disse...

Oi, Fernanda!

Muito lindo o lugar!

As águas, as formações rochosas, vegetação, guardadas as devidas proporções, me fez lembrar o Cânion do Xingó, em Canindé de São Francisco/SE.

Parabéns pela postagem.

Guta | Blog Vambora! disse...

Olha! Fazia um tempinho q eu não passava por aqui e dou de cara com esse paraíso! As imagens até parecem de mentira de tão lindo que é Fê! Que sonho! Espero poder um dia ver isso ao vivo! :-)

Mirella Matthiesen disse...

Nossa Fe... saindo de Krabi eu achei esse passeio muito chato, cansativo e lotado de gente, eu não gostei nenhum pouco (risos). A vila muçulmana achei super fake... sei lá!
Bom saber que você teve uma experiência boa!

Laise disse...

A Tailâdia é mesmo mágica, já fui duas vezes e ainda tenho vontade de voltar!

Laise disse...

A Tailâdia é mesmo mágica, já fui duas vezes e ainda tenho vontade de voltar!

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