20/11/09

Tróia - sim, a lendária cidade existe!















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Não duvide, estamos mesmo falando da lendária Tróia, onde ocorreu a célebre batalha de mesmo nome, famosa pelo guerreiro Aquiles; pelos reis Príamo, Agamenon, Menelau e Odisseu; pelos príncipes Páris e Hector; e pela bela Helena de Tróia. A guerra que durou 10 anos marcou todas as civilizações daquela época e continuou a ecoar pelos séculos seguintes, ainda hoje, mesmo 4 mil anos depois de ocorrida.

O poeta Homero imortalizou o evento em sua obra literária Ilíada, considerada uma das obras mais importantes da literatura mundial, tendo influenciado fortemente a cultura clássica e tornando-se o documento ocidental mais antigo já encontrado. O mix que o autor faz entre o evento e as diversas divindades da mitologia grega confundem qualquer leitor moderno e graças à Hollywood, as pessoas puderam entender mais à respeito com o filme Troy, estrelado por Brad Pitt e Orlando Bloom.

Mesmo com uma boa dose de efeitos hollywodianos, a história é contada semelhante à original. Para quem não se lembra do filme, o estopim da guerra se dá com a fuga da bela Helena de Esparta para Tróia, com o seu amante e príncipe do reino, Páris. Com isso, Agamenon, rei da grande Grécia, que já buscava alguma desculpa para invadir Tróia e anexá-la ao seu império, decide iniciar a guerra para honrar o irmão traído, contratando o guerreiro Aquiles. No décimo ano da guerra, sem vencedores e vencidos até então, os gregos fingem abandonar Tróia e deixam um imenso cavalo de madeira como oferenda aos deuses. Os troianos, após descobrirem a "fuga" dos gregos e o presente deixado por eles, decidem festejar e levar o cavalo para o reino. E aí, todo mundo conhece a célebre frase "presente de grego" nascida do episódio em que na calada da noite, os gregos saem do cavalo ao qual estavam escondidos e tomam a cidade. Matam todos e queimam tudo. O invencível Aquiles vê sua sorte mudar quando é atingido no calcanhar por uma flechada do príncipe Páris e daí, outra célebre frase nasceu "calcanhar de aquiles". Os grandes guerreiros morreram, Tróia foi destruída e não se sabe ao certo o destino de Helena e Páris.

Talvez pudesse ter sido conhecido mais à respeito de Tróia, não fosse o imbecil - me desculpem o termo mas não vejo nada mais apropriado para nomeá-lo - do arqueológo alemão Heinrich Schliemann ter redescoberto Tróia em 1871. Se por um lado o sujeito trouxe ao mundo o que antes pensava ser apenas lenda, por outro, ele terminou de destruí-la por completo. Seu objetivo não era descobrir o patrimônio para resgatá-lo e mantê-lo, mas sim, encontrar o tão famoso tesouro do rei Príamo para seu próprio enriquecimento. Com isso, ao invés de fazer escavações delicadas com pincéis como de costume, deu logo início à uma gigantesca obra de escavação com tratores, quebrando tudo que aparecia pela frente. Mesmo em meio às milhares de toneladas de pedra e entulho em que transformava gradativamente a cidade, não sossegou até encontrar algo que de fato lhe rendesse algo. Finalmente encontrou uma belíssima peça provavelmente pertencente à esposa de Príamo, composta de várias voltas de ouro maciço que adornavam desde a cabeça até o pescoço, num estilo ancestral de melindrosa. A peça nunca foi para algum museu e nem se conhece mais seu paradeiro. Há registros - inclusive foto - de que foi presenteada à mulher do arqueólogo. Depois de abandonar Tróia, Schliemann pediu desculpas formais ao governo turco por todo o dano que causara ao patrimônio do país e desde então os trabalhos de escavação foram assumidos por equipes realmente profissionais, que nos permitiram ver hoje "as Tróias" de antigamente (Tróia foi uma sucessão de 9 cidades construídas uma sobre a outra, como pode ser visto na representação da penúltima foto).
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Acho curioso que toda esta história não está no wikipédia e nenhuma outra fonte de pesquisa. Muito pelo contrário, endeusaram Schliemann e hora alguma citam as besteiras que o mesmo fez. Enfim, só viajando mesmo para descobrir as verdades do lugar...
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Tróia estava às margens do mar Egeu, mas após anos de assoreamento, ficou distante quase 10 km do litoral. Está sediada em um terreno elevado, dono de uma vista belíssima dos campos de oliveiras cercado de capins dourados. Toda a região é tombada pela Unesco e logo na entrada do parque, os visitantes já se deparam com um enorme cavalo de madeira. O original usado no filme, com um design bem mais interessante, está na avenida beira mar da cidade vizinha de Çanakkale.

Tróia é legal, mas não fique com a expectativa muito alta. A paisagem é interessante, o clima agradável, mas só existem ruínas mesmo. Só vá se for percorrer o roteiro entre Istambul e o litoral do mar Egeu, porque aí sim vale uma parada de 2 horas. Ou então, se realmente quiser respirar o ar de Tróia e sentir-se como um dos lendários heróis da guerra, como o turista da antepenúltima foto. Mas saiba que nem mesmo Brad Pitt pisou por lá... o filme foi todo gravado na Ilha de Malta, há 1000 kms de distância dali.
Próxima parada: Kusadasi

12/11/09

Çanakkale








Çanakkale está a 340 km ao sudoeste de Istambul e é base para quem vai conhecer Gallipoli, famosa pelas batalhas da 1a Guerra Mundial e Tróia, a lendária cidade de Aquiles, Páris e Helena.

Çanakkale está às margens do Estreito de Dardanelos, que liga o mar Mediterrâneo ao mar de Mármara e seguidamente ao mar Negro. Era passagem obrigatória dos navegadores durante a Idade Média e visando aproveitar disso, o sultão Mehmet, após conquistar Constantinopla em 1453, mandou que fosse construído um castelo em cada margem e erguido entre ambos uma corrente fechando o canal. Com isso, tinha o controle da rota e o poder de cobrar taxas abusivas. Além da localização estratégica, a região era dotada de duas grandes vantagens naturais: era o ponto mais estreito do Dardanelos e era protegido por uma curva acentuadíssima, o que forçava os navios a reduzirem drasticamente a velocidade ali.

... passado o tempo das guerras, que começou 4000 a.c. com a Guerra de Tróia e terminou no século XX com as guerras mundiais, Çanakkale é hoje uma pacata e típica cidade litorânea turca, que oferece uma bela vista do Dardanelos, principalmente ao amanhecer. Um espetáculo imperdível para quem pernoitar na cidade, como pode ser conferido nas primeiras fotos!

03/11/09

Gallipoli


Gallipoli continua sob o olhar atento de Ataturk

Ainda na Turquia, deixando Istambul para trás e contornando o mar de Mármara, a paisagem começa a ter um aspecto único, com milhares de campos de oliveiras ladeando a estrada. Belas praias de água azul turquesa, areia fina e vegetação mediterrânea. Sim, Gallipoli honra o nome que tem, que em grego, significa "cidade bonita".

Mas quem poderia imaginar que tamanha beleza seria palco de uma das mais sangrentas balhas do século XX? Foi em Gallipoli que aconteceu a célebre Campanha de Dardanelos, onde França e Inglaterra avançaram sobre a Turquia visando capturar o estreito de Dardanelos e consequentemente Constantinopla, durante a 1a Guerra Mundial.

Como todo leitor já sabe, Istambul, a antiga Constantinopla, está em localização super estratégica, interligando Europa e Ásia e com isso, sofre tentativas de invasão muito antes de Jesus Cristo. Em 1915 não foi diferente e durante 8 meses, entre abril e dezembro daquele ano, quase 500 mil soldados perderam sua vida tentando conquistar Istambul através do Estreito. Eram tantas balas que cruzavam o céu de Gallipoli, que muitas chocaram-se no ar, algo praticamente impossível de acontecer (veja a 14a foto acima).
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Os turcos, sob o comando de Mustafa Kemal Ataturk - futuro presidente da Turquia, venceram os Aliados, que contavam com as forças armadas da chamada ANZAC, formada por tropas da Austrália e Nova Zelândia, países na época sob o domínio do império britânico. Após a derrota, tais países oceânicos proclamarama sua independência e ainda hoje celebram o Anzac Day, o dia mais mais importante para ambas nações.
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Gallipolli é uma viagem quase que obrigatória para australianos e neo-zelandeses. A todo instante é possível encontrar grupos enormes de estudantes que ali chegam para conhecer mais a fundo sobre a sua própria história. Já para nós brasileiros, é um destino à mais na rota que leva para o litoral do mar Egeu, e vale uma parada para desfrutar as belas paisagens e a interessante bagagem histórica. Não deixe de contratar um guia local para explicar tudinho e não deixar nenhum detalhe para trás!

20/10/09

Dicas Úteis para Istambul









A Turquia tem alguns pontos que favorece o turismo para brasileiros: não nos cobra visto e tem vôo direto para o Brasil. Sim, a Turkish Airlines faz o trecho São Paulo - Istambul (com escala técnica em Dakkar, no Senegal) desde julho de 2009. E a passagem é barata (na época R$ 2.200 c/ as taxas!)! É a opção mais econômica para se chegar à Ásia. Mas o brasileiro pode vir também via Europa ou via Dubai pela Emirates.

Istambul é uma cidade segura que vive praticamente do turismo. O ideal é ficar na parte européia, em bairros voltados para isso, como Sultanahmed, mesmo bairro da Mesquita Azul e Santa Sofia. Outros bairros em volta são excelentes também, como Sirkeci, Eminonu e Beyazid. Mas se alguém quiser se aprofundar mais na cultura local, pode ficar na parte asiática, mas fica um pouquinho distante dos principais atrativos. O melhor hotel de Istambul é sem dúvida alguma o luxuoso Four Seasons, encravado estrategicamente numa antiga cadeia ao lado da Santa Sofia. Mas, se o bolso não comporta grandes requintes, na mesma região existe uma infinidade de hotéis 3 estrelas e até albergues. Me hospedei no hotel Agan e não recomendo. A única coisa boa era a localização. Mas, se você é como eu e acha que em certos lugares hotel só serve para tomar banho e dormir, vale à pena pagar 40 euros no quarto duplo ou 54 no triplo.

Nos bairros citados, sobretudo em Sultanahmed e Sirkeci o agito toma conta da cidade inclusive à noite. São diversos restaurantes e barzinhos, centenas de lojinhas e milhares de vendedores de sorvete, milho cozido e biscoito. Em todos os lugares se encontra sheesha (narguilê) para fumar.

Para se locomover pela cidade pode usar o Tram, um ônibus elétrico que anda sobre trilhos. Ele é bem barato e cobre grande parte das atrações e ainda está interligado com metrôs e funiculares. Táxi também pode ser usado, mas não recomendo, pois o trânsito é sempre cheio. Na minha opinião, a melhor opção é desbravá-la à pé, pois tudo é perto, além de ser muito agradável caminhar por Istambul.

Os passeios imperdíveis são: Mesquita Azul, Hagia Sophia (Santa Sofia), Hipodromo, Mesquita Eminou, Mesquita Suleymanye (está em reforma agora), Palácio Topkapi, Torre Galata, Passeio no Bósforo, Cisterna Yerebatan, Grande Bazar, Bazar Egípcio e claro, ver as Muralhas Bizantinas (pegue o Tram até a estação Pazar Tekke e ande 200 mts adiante). Isso dá para fazer em 3 dias. O ideal é ficar 5, para poder conhecer com calma e ainda ter tempo de sobra para ir no Museu Arqueológico, Taksim Square & Stikkal Cadessi, Sirkeci Station (a estação do Orient Express e do filme "Expresso da Meia-Noite"), Gullane Park, Mesquita Beyazid, Universidade de Istambul e o Palácio Dolmabahçe.

Para quem tiver ainda mais tempo, não deixe de aproveitar outros encantos da Turquia, como a Capadócia e seu lindo litoral, principalmente Éfesos (as ruínas romanas fora da Itália mais bem conservadas), Bodrum (o point da Turquia, antiga Halicarnassus, onde havia uma das 7 maravilhas do mundo antigo), Tróia e Gallipoli (quem não se lembra do cavalo de tróia e da bela Helena?) e Pamukkale (piscinas naturais que formam o chamado Castelo de Algodão). Acompanhe nos próximos posts!

Os turcos, guerreiros por natureza e considerados bárbaros pelos europeus da Idade Média, continuam até hoje com o aspecto ogro de ser: a todo instante percebe-se na rua homens enormes, com mãos enormes, antebraço, cabeça, pescoço... É bem diferente do brasileiro. Também no quesito cheiro: Os turcos fedem, são azedos! Higiene não teem nenhuma mesmo, à começar pela forma como comercializam alimento: pegam tudo com a mão, deixam as comidas às moscas ou as colocam mesmo no chão, sem qualquer cerimônia. Portanto, relaxe quando estiver em um restaurante e pedir mais pão e o garçom trazê-lo na própria mão... São as diferenças culturais que há em qualquer lugar.

15/10/09

A cidade dos gatos











Nunca havia visto tanto gato solto numa cidade! Em Istambul eles estão presentes tanto quanto as mesquitas. Em todo canto existe um dormindo, espreguiçando, à espera de uma sobra no restaurante ou mesmo admirando a paisagem.

Os turcos adoram os gatos e cuidam deles com muito carinho. Curiosa com tal fato, questionei um cidadão que alimentava um felino solto no jardim, com uma porção de ossos de algum churrasco qualquer (ora, não são os cães que roem ossos?). O gatinho se deliciava com o banquete e o turco me disse que é preciso zelá-los, pois são dóceis, limpos e asseguram que cidade estará livre de insetos indesejáveis, "ou a senhorita já viu alguma barata por aí?"- Me indagou o bigodudo! Depois do susto de imaginar a dieta do gatinho, pensei: não é que ele tem razão? Não ví uma sequer por onde andei em Istambul!.. Benditos gatinhos!

09/10/09

Gastronomia Turca




A comida turca é uma delícia! Bem adornada e bem elaborada, supera qualquer paladar mais exigente. O único probleminha é o feitio, geralmente sem muita higiene e cuidado no preparo. A todo instante é possível observar os turcos tocando os alimentos com a mesma mão que recebem o dinheiro. Enfim, o jeito é não ficar prestando atenção aos detalhes e sim, saborear o resultado final.

As comidas em geral sao caldalosas e muito temperadas. Para quem nao gosta de pimenta, tem logo que ir avisando "no spicy", que ainda assim, já vem um pouco caliente. Os kbabs, lambs e outros tantos pratos típicos à base de muita carne vermelha estão lá, fáceis de achar e bem suculentos!

Para a sobremesa existem diversas opções, desde o tradicional sorvete turco - que mais parece ser à base de cola, pois gruda completamente - até os doces típicos tão coloridos e enfeitados, pena serem doces demais. Mas, para o café da tarde, nada melhor que degustar os biscoitos à base de pistache, amêndoas ou avelã, bem acompanhados do tradicional chá de maçã, que aqui não é servido em xícaras e sim, numa taçinha de vidro super charmosa! Para esta hora, também há um acompanhamento perfeito: a baklava! Hummmm! Esta merecia um capítulo à parte! A baklava é um doce folhado, recheado de pistache e embebido no mel... simplesmente divino!! É o doce turco mais famoso!

Para beliscar durante o dia milhares de barraquinhas de milho cozido estão em cada esquina de Istambul. Às margens do Corno de Ouro existem barquinhos que vendem um sanduíche de peixe e parece fazer o maior sucesso, de tão cheio que ficam. Infelizmente, não fui corajosa o suficiente!..

05/10/09

Compras!











Por todo o seu histórico comercial, Istambul é um convite às compras! Desde o Grand Bazar (Kapaliçarsi) até o Bazar de Especiarias - também conhecido como Bazar Egípcio, são inúmeras opções de artesanato com influência de divesos lugares, notadamente dos países árabes e gregos.

Uma dica fundamental é não deixar de negociar em hipótese alguma! O primeiro preço é sempre no mínimo 3x mais alto que o valor real do produto. Pechinche bastante e não se deixe levar pelas tradicionais artimanhas dos turcos, mostrando a loja toda "sem compromisso", oferecendo chazinho ou então com a eterna conversinha de que tem muitos amigos no Brasil, adora o futebol, etc. Trata-se apenas de técnicas de vendas, repetitivas e cansativas.

O que mais se vê na cidade são tapetes, porcelanas e luminárias, além das sedas e pashminas. A maioria são itens pesados ou volumosos, o que exige atenção com o excesso de bagagem. Portanto, cuidado! As cias aéreas não têm perdoado nenhum kg extra... Boas compras! :)

01/10/09

Estação Sirkeci







A Estação Sirkeci foi construída em 1890 para ser a última parada do lendário trem Oriente Express. Neste mesmo ano, a viagem inaugural vinda de Paris atravessou todo o leste europeu até Istambul ao som da Marcha Turca, de Mozart. Ao longo do século o trem alterou sua rota, mas a estação não perdeu o seu charme.
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O restaurante da estação, também chamado de Orient Express, tornou-se reduto de jornalistas, escritores, pessoas abastadas e formadores de opinião, que trocavam informações e tendências sobre ambas regiões (leste e oeste europeu).

Na literatura e no cinema, a Estação Sirkeci ficou famosa: foi ali que Billy Hayes fugiu para Thessaloniki (Grécia) no filme "Expresso da Meia-Noite" e um dos cenários do livro "Assassinato no Oriente Express" de Ághata Christie.

O terminal comporta uma área de 1200 m2 e é um dos mais melhores exemplos da arquitetura influenciada pelo orientalismo europeu. Moderno para os padrões da época, possui grande luminosidade natural sem deixar de ser confortável no inverno.
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Regularmente acontece a apresentação dos mebros da ordem Mevlana, uma seita do sufismo que rodopiam sem parar até atingirem o nirvana. Um espetáculo muito bonito e interessante!

27/09/09

Torre Galata









A Torre Galata foi construída no ano de 1348 para observação e controle de navios no Corno de Ouro durante a expansão da colônia genovesa em Constantinopla. São quase 70 metros de altura e considerando a colina em que foi erguida, a torre está a 100 metros acima do nível do mar.

Além da beleza da sua construção medieval de pedra, ela se destaca como um dos principais landmarks da cidade.
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A vista panorâmica que se tem dali é belíssima! Observa-se numa circunferência de 360 graus o mar de Mármara, o estreito de Bósforo, o canal Corno de Ouro e as centenas de mesquitas espalhadas pela cidade. É a melhor forma de lançar o olhar sobre a Ásia e Europa ao mesmo tempo.
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Nos andares mais altos está sediado um café e um restaurante e nem precisa dizer que a vista é o carro-chefe do cardápio!

22/09/09

Museu Arqueológico







sarcófago de Alexandre o Grande







Faço das palavras do Wikipédia as minhas palavras:

"O Museu Arqueológico de Istambul é o maior museu da Turquia, sendo dedicado à arte e cultura das civilizações antigas que floresceram especialmente na área de Istambul, mas também de outras regiões que em algum período pertenceram à órbita do Império Otomano ou que foram por ele influenciadas.
O Museu Arqueológico foi criado em 13 de junho de 1891 e é atualmente um dos maiores museus do mundo em seu gênero, com um acervo que ultrapassa um milhão de itens oriundos de uma área que vai dos Bálcãs até a África, e da Anatólia até o Afeganistão."

Resta dizer que dentre suas peças, a mais impressionante é o sarcófago do mítico Alexandre O Grande. Há ainda uma parte específica da arte bizantina, com detalhes interessantíssimos que nos ajudam a entender ainda mais aquele Império.

O museu não abre às segundas-feiras e seu horário de funcionamento é de 9 às 16:30 hs. Programe-se para não perdê-lo! Ele está ao lado do Palácio Topkapi.